Certezas não temos nenhuma;
Expectativas temos de sobra;
Que adianta ter certezas, se ela só avoluma palavras na nossa história;
Ter expectativas, objetivos e sonhos, isso nos é coeso;
Pois são eles que nos salvam desse mar em
correnteza, que é a vida cheia de incertezas;
Aqui tudo é dureza, nesse mar confuso;
A esperança e a fé, é a bússola que nos guia, nesse mundo cheio de ardilezas, mesmo quando estamos cegos, pelas nuvens escuras do medo;
A esperança e a fé, é a bússola que nos guia, nesse mundo cheio de ardilezas, mesmo quando estamos cegos, pelas nuvens escuras do medo;
Passamos por tempestades, dias calmas e folguedos;
Acreditando e desacreditando;
Nas causas e nos seus efeitos, no mundo e seus
habitantes;
Tudo que é novidade, merece primeiro nosso
descredito;
Não sendo cético em tudo, mas tudo está sujeito à
dúvida;
Não somos totalmente maus, há quem se salve nesse mundo de estranhos;
As vezes estranhamos até a nós, pelas atitudes que
tomamos;
Por isso não devemos julgar, pois a tudo estamos
sujeitos;
Errando e acertando, e nunca sendo perfeito;
Tudo tem a importância que se dá;
Dependendo do grau de intensidade aplicada;
Dependendo do grau de intensidade aplicada;
Nas opiniões alheia, nos desejos, emoções e sonhos;
A vida, não deve passar despercebida, e nem ser enfadonha;
Temos que fazer do riso, combustível que nos leva avante;
Sendo num momento meio, no outro inteiro;
Tendo algumas prioridades;
Que são família, amigos, trabalho e amores;
Amigos quando colocados em prova, são muito preciosos,
pois nos entende mesmo silenciosos;
Mesmo quando lamentamos, são nossos apoiadores;
Família um porto seguro, que sempre podemos voltar,
quando o mar se agita e achamos que vamos afundar;
Amores vão e vem, um dia um há de ficar, para
juntos uma vida edificar;
O mundo, e tudo que nele há, as vezes nos assombra;
Mas tentamos entender a nossa estadia aqui;
Que as vezes longa ou breve;
Mas não importa a soma, importa o que fizemos e o que fomos, e como vivemos aqui;
Mas não importa a soma, importa o que fizemos e o que fomos, e como vivemos aqui;
Fazendo das incertezas, barcos para navegar rumo a
descoberta do nosso eu, mesmo inseridos nessa grande correnteza.
Se o barco for forte, chegaremos ao porto, com certeza.
Raquel G Morais, 21/06/18.
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