Beleza do caos
Realidade, desequilíbrios, desproporções naturais, criações
da natureza, fluir da vida
Mundo, ordem e desordem, simetria e assimetria, beleza que nasce
do caos
Oceano do desconhecido, conhecimento inexplorado, mistérios
ocultos
Conhecimentos sem verdades plenas, impossível tudo conhecer
Necessidade vital de conhecer o real, angustiosa
investigação
Mutações e permanências do mundo
Ordem incorporal, leis invisíveis que regem o mundo
Percepções e sensibilidades, conhecimento das leis
invisíveis
Modelos de explicação do real, métodos imprecisos
O próprio olho não se vê, o homem não pensa fora da sua
humanidade
A mais bela ordem do mundo é extensão amontoada varrida ao
acaso
A ordem advém do caos, tudo está a caminho do caos, a ordem
em fluxo
Ordem é uma ideia para adequar as coisas
O conhecido faz como que aventuramos ao desconhecido
Experimentar as coisas, tal como elas são, com total intensidade
Nuas e cruas
Alma primitiva
Não somente viver, mais ser, sem pressa, no caminho do acaso
Tudo em pequeninas partes
O não saber produz o saber
Liberdade, livre escolha
Universo impreciso, indefinido, vago e rico em sedução para
a mente
Percepção, trilha sensitiva, nos leva a trilha que conduz a
singularidade dos corpos
Que habitam o fluxo do real e suas múltiplas relações indefinidas.
Que habitam o fluxo do real e suas múltiplas relações indefinidas.
O que seria sensato? Submeter a razão ao próprio tribunal da
razão?
Ou compreender a necessidade e a beleza do caos.
Raquel G Morais, 18/03/18
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