Colaboração + Raquel G Morais Morais e Philippe Lagachette
Sangue de Magma.
Quando o corpo fala ao espírito
Tudo está tocando a alma
Há caricia em todos os lugares
Deixando um rastro de fogo explícito.
Na terra ou no paraíso
Para alcançar o clímax do desejo
Não reprima ou oculte
O toque quente, que incendeia.
Flutuar no céu
Deitada em um campo de êxtase
A canção do prazer eterno
Vai liberar todas as essências contidas, que urgem.
Pontilhada em oxigênio
Um pulverizador volátil, delicioso de um romance
Um vento soprou sua mente.
De um mistral, chamado paixão.
Tempestade de ternura
E tornado de doçura
Um banho de água perfumada
Musgos como nuvens adoçadas.
Algumas pequenas chamas
Serão mestres de velas
Vai dançar suas sombras
Na parede do amor imerso.
As borboletas começam a cantar
Ao som da orquestra dos grilos
A grama começa a tremer descontrolada
Sob esta brisa ardente, que expila.
O fogo está conquistando
Fusão para unir a vitória.
O prazer de uma concussão
No corpo e na mente, peremptória.
Embalsamar com o sabor mais quente
A paixão radiante dos corpos em união
Um monte de faíscas de fogo, veemente
Que transporta, atravessa, sem adversão.
O paroxismo mais eloquente
Uma lava iluminada fluindo
Conduzido pelo prazer confluente
Isso continuará a surgir e confluir.
Enquanto o vulcão estiver ativo
A casa será magna.
O sangue circulando aclamativo
No conduto de sentimentos que impregna.
Sorria no fogo da paixão para ver o que acontecerá.
© + Raquel G Morais Morais e + Fhilippe Lagachette
Imagem do Google.

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